Quando tu fores não me avises de nada
Só custa acreditar no medo e no terror
Vão haver luzes, uma capelinha sagrada
manadas de homens, esquecidos do amor
Mais um tudo nada e acaba a vida.
Suga mais um pouco deste ar,
aqui nenhuma promessa deixa de ser cumprida.
O rei é que sabe quem quer matar
Olha, é o último suspiro, não esqueças os sonhos,
chega-te aqui, isso mesmo, com os dois pés,
e senta-te à minha beira a comer medronhos
Pois é outro anos, é dois mil e dez
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
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