Sou feliz
O mundo tornou-se num gigante acrobata
Sem jeito
Já ninguém sabe o que nos mata
Tenho de gerir a minha mão e a tua mão
A mochila que pesa como chumbo
e as calças a cair
O nosso andar
vamos coordenar também o nosso andar.
Contigo aprendo coisas tão simples
com aroma a frutos silvestres, deliciosos
Não há quem nos consiga agarrar
sábado, 24 de outubro de 2009
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