Às seis da manhã vou à janela e a cidade é tão calma
Não há muita gente na rua, só na alma
Continuamos, seis e meia
Os raios de sol rasgam-me os olhos ensonados
A juventude ergue-se aos molhos
Os mortos continuam enterrados
Às sete levanta-se o Alberto
Para acabar de calcetar o passeio
Eu às oito estou mais desperto
Para começar o dia no recreio
Às nove vem a mulher que ri
Lembrar-me que a vida não parou
O dia começa menos duro
A lua pôs-se e o sol regressou
sábado, 24 de outubro de 2009
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