Existir sem ter já vida - é o destino
sábado, 19 de dezembro de 2009
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Alfredo vivia sem sonhos, sozinho numa aldeia perdida lá nas pontas do Norte. Era um velho que não sabia escrever, não falava com ninguém, tinha um rosto incolor. Um dia, Alfredo caiu e não mais se ergueu. Daí em diante o seu rosto incolor passou a fazer sentido. Fazia até sentido que ele não falasse com ninguém, não soubesse escrever e não tivesse sonhos. Passaram-se cinco anos e já ninguém recordava o Alfredo, nem os sítios que ele pisou. Quereria ele ser lembrado?
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