Que ninguém se esconda dos desígnios divinos
Porque não há quem escape ao imenso terror
de ver lá os seus queridos meninos
arderem na fogueira da vida, senhor
O pão nao se há-de multiplicar para sempre
Tal como a água cristalina
que corre podre, infelizmente
Lá para as veias do rio Pina
O Pina morreu
tenho medo que a seguir seja eu
Tenho dezasseis vou a caminho dos cinquenta
Não me sinto como os reis mas tenho muito pêlo na venta
amanhã dizem ser o dia
de todos os loucos da cidade
Eles que saiam de sua monotonia
ganhem ganas e reclamem liberdade
Depois passarei pelo café
olá compadres, que é do Pina?
O Pina morreu
Foram as escolhas do Céu
sexta-feira, 7 de agosto de 2009
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