O monstro é uma velha gaveta
que não consegues abrir porque dizem ser sagrada
temes que te lancem um feitiço, uma breve embuscada
vai-te fazer perder, essa doçura em ti impregnada
O monstro é o parvo lá da rua
que não sabe nada sobre o sexo feminino
nunca sequer viu uma mulher nua
age com a mentalidade de um menino
O monstro é aquele que se levanta e diz
Deixem passar quem manda
Depois não consegue segurar a sua humana
alma fraca e branda
O monstro é a menina que nasceu agora
E que não faz mal a ninguém, mas assusta toda a gente
com a sua pura fragilidade
Mas tu não podes pô-la fora
Ela não pode pelos maus ser apanhada
Pelos monstros ser apanhada ela não pode
Eles não podem controlá-la os monstros
Toma conta da menina pura e frágil
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Sem comentários:
Enviar um comentário